Fazer atividade física é a melhor forma de evitar problemas com a saúde

Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado recentemente na revista The Lancet Global Health Journal, apontou que 47% da população brasileira adulta não realiza atividades físicas suficientes. O levantamento, que avaliou 1,9 milhão de pessoas em 168 países, destaca que mais de 1,4 bilhão de pessoas em todo o mundo correm risco de ter algum tipo de doença justamente por não praticar de forma suficiente qualquer tipo de atividades físicas.

Entre os riscos estão doenças cardiovasculares, diabetes e até cânceres. A Organização Mundial da Saúde considera adequado 150 minutos de atividade física moderada por semana ou 75 de uma prática intensa. Para a profissional Jamile Desouza Davies, o assunto também se relaciona com autoestima. “Quem faz atividade física além de evitar diversas doenças, se torna mais autoconfiante, mais feliz e mais apto a fazer inúmeras outras coisas”.

Jamile idealizou um programa chamado Alpha que ajuda adultos no mundo todo a alcançar resultados positivos com relação a uma vida mais ativa e saudável em um curto espaço de tempo. Este programa é ideal para quem julga ter pouco tempo e que não gosta de ambientes como academias.

A profissional que já deu aula na University of Wales – Aberystwyth, Inglaterra, detalha algumas vantagens do programa desenvolvido por ela:

  • pode ser feito em um curto espaço de tempo em torno de seu horário de trabalho/ atividades e cuidados com casa e família;
  • pode ser feito sem sair de casa;
  • não requer equipamento;
  • é projetado especificamente para atingir gorduras teimosas ao redor do estômago, braços, pernas e costas.

Para a profissional, cuidar de pessoas e ajudá-las a ter uma vida melhor é extremamente satisfatório. “Mudei para o Reino Unido há 17 anos em busca do sonho que era ser pesquisadora acadêmica. Sempre gostei de informação e de ajudar outras pessoas com isso. Fiz dois mestrados e comecei a iniciei o doutorado, quando fui contratada pela University of Wales – Aberystwyth para ser professora. Lecionei na universidade por mais de 10 anos, quando decidi deixar a carreira acadêmica, pois notei que minha influência na vida das pessoas poderia ser maior fora da sala de aula”, fala a especialista.


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