Universidade testa palmilha que melhora o equilíbrio entre aqueles com diabetes tipo 2 e neuropatia

Pesquisadores australianos estão testando planilhas para melhorar o equilíbrio de pessoas com diabetes tipo 2 e neuropatia periférica diabética.

As palmilhas também serão usadas para tentar melhorar a caminhada e a atividade física, com pesquisadores esperando poder melhorar a qualidade de vida das pessoas com diabetes e neuropatia (dano nervoso) que lutam para alcançar a independência.

A neuropatia diabética pode causar problemas significativos com o movimento, e geralmente é causada por um controle deficiente à longo prazo dos níveis de glicose no sangue. Conseguir um melhor controle do açúcar no sangue pode ser extremamente benéfico para diminuir a gravidade da neuropatia.

O estudo envolverá os participantes usando um par de palmilhas de sapatos durante quatro semanas e um minúsculo monitor sem fio de atividade na perna por duas semanas. Ele será liderado pela Dra. Anna Hatton da Escola de Ciências da Saúde e Reabilitação da Universidade de Queensland.

Hatton espera que as descobertas possam ter uma importância prática para pessoas com diabetes e neuropatia em todo o mundo, que muitas vezes têm problemas de equilíbrio, caminhada e de atividade física.

“Usar palmilhas para corrigir problemas de equilíbrio e andar, para as pessoas com neuropatia periférica diabética pode levar a mudanças significativas na independência das pessoas em suas vidas diárias”, disse ela.

“A neuropatia periférica diabética, conseqüência do diabetes, pode aumentar o risco de quedas e graves lesões que requerem hospitalização”.

“A qualidade dos sinais transmitidos dos pés ao cérebro quando danificados, interrompe as pistas vitais necessárias para ajudar as pessoas a permanecerem retas”.

As pessoas elegíveis para o estudo devem ter 18 anos ou mais, estarem diagnosticadas com diabetes tipo 2 e neuropatia periférica diabética (danos nos nervos nos pés) e que possa caminhar ao menos uma distância de 20 metros com ou sem um dispositivo assistivo.

O estudo será realizado no campus da UQ em St Lucia. Ainda não se sabe quando os primeiros resultados do estudo serão apresentados.

 

http://www.diabetes.co.uk/


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