Estudo diz que pessoas em maior risco de diabetes precisam se exercitar mais ainda

exercicio-arduoEnquanto fazer exercício faz bem para todos, as pessoas em maior risco de diabetes tipo 2 precisam se esforçar ainda mais do que os outros para alcançar os mesmos resultados, de acordo com uma nova pesquisa.

A causa da diabetes tipo 2 está ligada à genética e estilo de vida. Se você tem um parente imediato (pai, mãe, irmão) com diabetes tipo 2, o risco de contrair esta condição é cerca de três vezes maior, disseram os pesquisadores.

Tratamentos preventivos envolvem fazer refeição mais saudável e se exercitar mais.

Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, estudaram os efeitos do exercício em pessoas com um risco aumentado de diabetes de tipo 2 devido ao parentesco próximo de alguém com a doença.

Os participantes perfizeram um total de 50 homens levemente obesos, um pouco acima do peso, mas completamente saudáveis ​​em seus 40 anos que, durante sete meses, se exercitaram regularmente em uma academia de ginástica.

A metade deles pertencia ao grupo de risco e a outra metade serviu como um grupo de controle, pois não tinham parentes com diabetes tipo 2.

Aos participantes foram oferecidos três sessões de treinamento por semana, incluindo uma aula de spinning e duas aulas de aeróbica, durante as quais a intensidade de exercício e consumo de energia eram medidos.

Antes e após o período de exercício, foram submetidos, individualmente, a um exame médico e um teste de tolerância à glicose (carga de açúcar) para estudar a capacidade das células em absorver o açúcar (glucose) no sangue.

Os pesquisadores também realizaram biópsias musculares nos participantes que foram analisados para se verificar a atividade de vários genes.

A rotina de exercícios para ambos os grupos foi igualmente difícil, mas o grupo de risco permaneceu por mais sessões e com isso gastaram mais energia do que o grupo controle.

Depois de fazer ajustes para levar em conta as diferenças, os resultados mostraram que ambos os grupos se beneficiaram do exercício; todos eles perderam peso, reduziram seus tamanhos da cintura e aumentaram suas disposições.

As análises genéticas também apresentaram melhorias semelhantes nas expressões genéticas de ambos os grupos.

“A diferença foi que os participantes do grupo de risco tiveram que se exercitar mais para alcançar os mesmos resultados que os participantes do grupo de controle”, disse Ola Hansson, que liderou o estudo.

 

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