Um dia, uma pequena pílula robótica poderá tratar sua diabetes

A gigante farmacêutica suíça Novartis está atualmente desenvolvendo uma nova forma de administrar medicação aos pacientes, que envolve minúsculos robôs com agulhas feitas de açúcar e que poderia mudar a maneira como os tratamentos são gerenciados em certas doenças.

A empresa fez uma parceria com a startup Rani Therapeutics, reportou a Reuters, na esperança de desenvolver medicamentos biotecnológicos complexos que seriam entregues por comprimidos robóticos em vez de injeções regulares. A cápsula Rani é engolida como uma pílula normal, mas é muito mais avançada do que uma droga regular. A pílula robótica deverá conter agulhas feitas de açúcar que deverá ser empurrada para dentro da parede do intestino para injetar o medicamento para a corrente sanguínea.

A pílula faria a administração da droga ainda mais conveniente para os pacientes, potencialmente substituindo métodos tradicionais e mais invasivos.

Não se sabe para que tipo de terapia esta tecnologia pode ser usada, e Rani disse à Reuters que eles ainda irão realizar estudos de viabilidade para avaliar quais os medicamentos da Novartis poderão ser usados com a pílula robótica.

De acordo com a starup, a pílula Rani poderia potencialmente ser utilizada para a administração de insulina em pacientes diabéticos, bem como tratamentos para a artrite reumatoide, psoríase e esclerose múltipla.

Para a Novartis, este não seria o primeiro projeto que usa tecnologia para fins medicinais. A empresa já licenciou tecnologia ao Google para a fabricação de lentes de contato inteligentes que seriam capazes de controlar os níveis de glicose no sangue ou restaurar a capacidade do olho para focar.

A Novartis também fez um acordo com a Proteus Digital Health para a fabricação de comprimidos contendo chips embutidos que seriam capazes de dizer se os pacientes tomaram seus remédios ou não.

 

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