U.E. realça a relação entre a poluição atmosférica e a diabetes

Estudo comprova ligação entre a exposição de partículas libertadas pelos automóveis e o surgimento de diabetes tpo 1 em crianças.

A União Europeia apresentou os resultados de uma pesquisa efetuada pelo Instituto de Pesquisa da Diabetes do HelmHoltz Centre, em Munique, onde revelou-se que a exposição a alguns dos gases nocivos libertados pelos escapamentos dos automóveis poderia fomentar o surgimento desta doença em crianças de pouca idade.

Os responsáveis pelo estudo indicaram que “os nossos resultados demonstram que a exposição a poluentes relacionados com o trânsito rodoviário acelera o desenvolvimento da diabetes Tipo 1”. De acordo com esta pesquisa, este perigo apenas existe para as crianças mais jovens.

Para encontrar esta relação os pesquisadores do HelmHoltz Centre compararam o tempo de diagnóstico da diabetes com o contacto com estes poluentes junto à residência das crianças, tendo também em conta outros fatores como antecedentes familiares, massa corporal e parâmetros diversos.

A conclusão a que estes pesquisadores chegaram foi que existe uma correlação direta entre a existência de concentrações de partículas (PM10) e dióxido de azoto, gases nocivos associados ao trânsito rodoviário, com o surgimento da diabetes em crianças menores.

Com a diabetes se transformando uma das doenças que mais afetam os cidadãos europeus, esta pesquisa é mais uma prova da necessidade, que tem vindo a ser cumprida com sucesso, dos fabricantes reduzirem as emissões nocivas oriundas dos escapamentos dos automóveis.

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