Gerenciamento de hiperglicemia em diabetes tipo 2: dúvidas e certezas

A orientação sugerida pelos elaborados algoritmos lançados periodicamente, é uma tentativa para reduzir a  incerteza terapêutica no tratamento farmacológico da hiperglicemia em diabetes tipo 2, especialmente após a falha da metformina.

O fracasso das recentes diretrizes em dar conselhos sobre o uso de drogas antidiabéticas específicas em pacientes com co-morbidade pode gerar mais incerteza, dada a freqüente associação da diabetes do tipo 2 com comorbidade comum, não se limitando à obesidade, mas também doenças cardiovasculares, insuficiência renal e outras fragilidades.

A Associação Italiana de Diabetologistas (Associazione Medici Diabetologi, AMD) reconheceu a necessidade de desenvolver planos de tratamento personalizados para as pessoas com diabetes tipo 2, tendo em conta o perfil individual do paciente (fenótipo), com o objetivo de tornar o mais seguro possível, o controle glicêmico.

Como nem todos os sujeitos com diabetes tipo 2 se beneficiarão do controle glicêmico intensivo, são necessários regimes flexíveis de tratamento com medicamentos para a diabetes (incluindo insulina) para atingir as metas glicêmicas individualizadas.

Se a diabetologia personalizada melhora a qualidade da saúde através da prática de gestão da diabetes ainda é algo desconhecido, pois necessitam de mais pesquisas específicas.

 

Autor: Katherine Esposito, Sandro Gentile, Riccardo Candido, Alberto De Micheli, Marco Gallo, Gerardo Medea, Antonio Ceriello

Créditos / Fonte: Cardiovascular Diabetology 2013, 12:81

 

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