Nozes reduzem risco de diabetes

Uma nova pesquisa afirma que comer nozes de 2 a 3 vezes por semana pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 por quase 25%. Um estudo de cerca de 140.000 mulheres nos EUA mostraram que porções regulares de uma pequena quantidade de nozes podem ter um efeito poderoso de proteção contra uma doença que ameaça se tornar uma epidemia global.

As mulheres que consumiram um pacote de 28 gramas de nozes pelo menos duas vezes por semana tinham 24 por cento menos probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2 do que aquelas que raramente ou nunca comeram. Os últimos resultados, publicados no Journal of Nutrition, não são os primeiros a destacar os efeitos anti-diabéticos das nozes, com pesquisas anteriores mostrando benefícios semelhantes. No entanto, isso é considerado um dos maiores estudos que verificaram que o consumo de nozes pode ajudar a prevenir a doença.

De acordo com a ONG Diabetes UK, no ritmo atual de aumento, o número de pessoas afetadas pelo diabetes tipo II no Reino Unido aumentará cerca de 2,5 milhões atualmente para quatro milhões até 2025 e cinco milhões em 2030. Estar acima do peso, inatividade física e ter uma dieta inadequada são fatores de risco para a doença. Quando não tratada, pode aumentar o risco de ataques cardíacos, cegueira e amputação.

Nozes são ricas em ácidos gordos saudáveis ​​que atuam reduzindo eventuais inflamações pelo corpo e protegendo contra doenças do coração, câncer e artrite. No ano passado, especialistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles, também descobriram que homens jovens nos seus vinte a trinta anos que comiam nozes todos os dias tinham aumentadas a sua contagem de esperma e, consequentemente, a sua fertilidade.

A pesquisa vem logo após um estudo da Louisiana State University que mostrou que comer nozes pode reduzir o risco de obesidade das pessoas. O estudo descobriu que aqueles que consumiram variedades como amêndoas, castanhas de caju e pistache demonstraram um menor peso corporal, índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura em comparação com os não consumidores. Eles também tiveram menor risco de desenvolver doenças cardíacas, diabetes tipo II e síndrome metabólica.

 

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