Contagem de carboidratos garante maior qualidade de vida ao diabético

Nutricionista realiza tratamento individualizado, aliando a contagem de carboidratos a uma educação em diabetes

Existem vários métodos pelos quais as pessoas com diabetes podem planejar sua alimentação e manter os níveis de glicemia o mais próximo do normal possível, juntamente com a medicação e atividade física. Um desses métodos é a Contagem de Carboidratos. Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Adriane Tondinelli, a Contagem de Carboidratos nada mais é do que uma estratégia para o controle de glicemia.

 “O nutricionista faz um trabalho individualizado com o paciente, calculando as necessidades diárias de nutrientes, levando em consideração estilo de vida, preferências, objetivos de tratamento. Juntos, estabelecem a quantidade de carboidratos permitida em cada refeição e a quantidade de insulina a ser aplicada para corrigir a glicemia. O que importa não é o tipo de carboidrato, mas a quantidade consumida para manter o nível de glicemia mais consistente, sem grandes variações”, explica a profissional. De acordo com Adriane, a proporção é de uma unidade de insulina para cada 15 gramas de carboidrato consumido.
A nutricionista afirma que a contagem de carboidratos pode ser realizada por qualquer diabético, independente de sexo e faixa etária, e não apenas aqueles que se utilizam de insulina. “Ao saber utilizar esta estratégia nutricional, o diabético pode ter uma maior flexibilidade e variedade na escolha dos alimentos, além de poder controlar sua glicemia, e, por consequência, o ganho de peso”, argumenta Adriane.

Aliado à Contagem de Carboidratos, Adriane realiza com os pacientes um trabalho de Educação em Diabetes, onde se aprendem não apenas conceitos sobre a doença, mas também como ganhar qualidade de vida. “A pessoa adquire conhecimentos necessários ao autocuidado, aprende a lidar com situações de risco e consegue evita-las antes que o pior aconteça”, assevera a profissional.

Adriane vem aplicando esta proposta humanizada de cuidados aos diabéticos na rede pública e em seu consultório. A nutricionista assegura que a adesão ao tratamento é alta e a satisfação garantida. “Muitos chegam deprimidos porque acreditam que a doença os priva de uma boa alimentação e do convívio social. Porém, o acolhimento, a individualização do tratamento e a valorização das queixas associado a boa vontade dos pacientes mostram que é possível conviver bem com o diabetes”, finaliza.

Adriane Tondinelli – nutricionista e educadora em diabetes

 

 

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