Pais fazem tatuagem na barriga em solidariedade ao filho que tem diabetes tipo 1

Jacob, de apenas 5 anos, passou a usar uma bomba de insulina. Para que o garoto não se sentisse excluído, os pais tatuaram o desenho do produto na barriga

Alguns pais fazem tatuagem com o nome dos filhos. Mas Philippe Aumond e Camille Boivin fizeram uma tatuagem diferente em homenagem ao filho Jacob, 5 anos.

Tudo começou quando o garoto foi diagnosticado com diabetes tipo 1 em 2009 e passou a tomar muitas injeções de insulina todos os dias. Os pais, então, começaram a arrecadar fundos vendendo pulseiras com a mensagem “Juntos por Jacob”. Após um ano, eles conseguiram mais de R$ 25 mil, suficiente para comprar uma bomba de insulina e o sistema de monitorização contínuo.

A bomba foi entregue ao garoto como presente de Natal. “Foi muito especial para Jacob e ficamos emocionados quando vimos o seu sorriso ao ver a bomba”, disse Camille, ao jornal canadense Huffpost Living. O objetivo do aparelho é substituir as 5 injeções que o garoto tinha que tomar por dia.

Jacob ficou tão feliz que dormiu com o aparelho na mesma noite, mesmo sem estar funcionando. Após conectar o aparelho ao corpo, os pais ficaram receosos para saber se o filho se adaptaria. “Felizmente, deu tudo certo.

Jacob se acostumou com o aparelho, mas se sentia diferente das outras pessoas”, conta Camille.

Os pais explicaram a ele que todas as pessoas são diferentes. Algumas usam óculos, outras cadeiras de rodas. Algumas são altas, baixas e assim por diante. Mas não deu muito certo. “Ele tinha apenas 4 anos e não entendia porque tinha que ficar com aquele aparelho acoplado ao seu corpo”, diz Phillippe.

Por isso, Phillippe e Camille decidiram fazer uma tatuagem em solidariedade ao filho. Eles tatuaram uma bomba de insulina na barriga de cada um. “Na verdade, nenhum pai quer que seu filho se sinta excluído, por isso, não pensamos duas vezes antes de fazer essa demonstração de amor a ele. Agora, cada vez que alguém pergunta o que Jacob carrega embaixo da camiseta, nós três levantamos a blusa e respondemos: uma bomba de insulina”, conta Camille.

 

Crescer


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